Modernizar — Modernização de aplicações existentes com IA

Leve a IA aos sistemas que já utiliza.

Grande parte do valor de uma empresa reside em aplicações com dez ou vinte anos: um sistema de encomendas, uma ferramenta de gestão de sinistros, uma base de dados de assistência. Substituí-las para obter IA raramente é a resposta. A Onega avalia o seu parque aplicacional, acrescenta IA onde a aplicação se encontra, transforma funções legadas em ferramentas seguras para agentes e só migra passo a passo quando os números mostram que compensa.

01 — Quatro padrões

Uma decisão por aplicação.

Enriquecer

Acrescentar IA onde a aplicação se encontra.

Resumos, extração, validação, pesquisa ou redação de rascunhos acrescentados através de uma única API compatível com OpenAI. Sem reescrita: a aplicação chama um endpoint governado.

Encapsular

Transformar funções legadas em ferramentas seguras.

Funções e dados legados expostos como ferramentas bem definidas e com permissões atribuídas, para que os agentes possam usar o sistema sem screen scraping nem acesso direto à base de dados.

Migrar

Avançar por incrementos, não num só salto.

Uma capacidade de cada vez, por detrás de uma interface estável, com análise de código assistida por IA e testes escritos antes de qualquer mudança. O antigo e o novo funcionam lado a lado até o novo estar comprovado.

Descontinuar

Substituir a função, manter o registo.

Quando um fluxo de trabalho é mais bem servido por um agente ou por um produto da Onega, a função da aplicação é substituída e os seus dados são arquivados segundo as suas regras de conservação.

02 — Engenharia assistida por IA

A IA acelera o trabalho. Os engenheiros continuam a ser responsáveis por ele.

O código legado é onde a engenharia assistida por IA poupa mais tempo e onde pode causar mais danos. Cada alteração gerada é revista, testada com o conjunto de testes de caracterização e integrada por uma pessoa.

  • Compreensão do código: os modelos ajudam a mapear bases de código extensas e pouco documentadas, as respetivas dependências, regras de negócio e fluxos de dados.
  • Testes de caracterização: testes que registam o que o sistema faz hoje, escritos antes de qualquer alteração.
  • Tradução e refatorização: os modelos preparam propostas de conversão entre linguagens e frameworks; os engenheiros reveem cada alteração.
  • Documentação: as regras de negócio encontradas no código ficam escritas para as pessoas responsáveis por elas.
  • Contenção: o código-fonte permanece no seu ambiente, e os modelos usados sobre ele funcionam localmente ou através de uma rota de fornecedor que aprovou.

03 — Como decorre

Avaliar o parque aplicacional, comprovar um incremento e depois escalar.

  1. 01

    Modernisation Assessment · 3–4 semanas

    Inventário de aplicações, análise de código e de dados, um padrão por aplicação, riscos, um roteiro sequenciado e uma proposta a preço fixo para o primeiro incremento.

  2. 02

    Primeiro incremento · 6–8 semanas

    Uma capacidade enriquecida, encapsulada ou migrada no seu ambiente, com testes de caracterização e um caminho de reversão.

  3. 03

    Execução em paralelo

    O antigo e o novo lado a lado em trabalho real, até o novo percurso igualar ou superar a linha de base.

  4. 04

    Execução do roteiro

    Novos incrementos através de uma Forward Residency, cada um a reutilizar o que o anterior construiu.

04 — Pontos de partida

Onde a modernização costuma começar.

  • Aplicações de encomendas, sinistros, assistência e gestão de casos com uma base de dados por detrás
  • Aplicações cliente-servidor e das primeiras gerações web em .NET Framework, Java EE, Delphi ou Visual Basic
  • Sistemas próximos do mainframe, acessíveis através de ficheiros, filas ou APIs
  • Processos com muitos documentos, mantidos à base de unidades partilhadas e email
  • Personalizações de ERP e CRM que bloqueiam a próxima atualização
  • Camadas de integração a que os agentes precisam de aceder com segurança

05 — Perguntas frequentes

Perguntas que os responsáveis por aplicações fazem.

Temos de reescrever uma aplicação para usar IA?

Normalmente, não. Enriquecer ou encapsular uma aplicação dá-lhe capacidades de IA através de uma API governada, enquanto continua a funcionar como hoje. Só recomendamos a migração quando a avaliação mostra que compensa.

A IA pode trabalhar com segurança no nosso código-fonte?

Com condições: o código permanece no seu ambiente, os modelos funcionam localmente ou através de uma rota de fornecedor que aprove, cada alteração gerada é revista e testada por um engenheiro, e nada é integrado (merge) sem uma pessoa.

O que acontece ao sistema antigo durante uma migração?

Continua a funcionar. Cada incremento funciona ao lado do percurso antigo até estar comprovado em trabalho real, e cada incremento tem um caminho de reversão.